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Após 04 anos, família cobra desfecho sobre sumiço de adolescente

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O desaparecimento da garota Priscila Brenda Martins, de 14 anos, completou quatro anos no último dia 11 e a família cobra um desfecho para o caso. A adolescente foi vista pela última vez ao entrar no carro do namorado, comerciante Paulo Vitor Azevedo, em Pires Belo, distrito de Catalão. O rapaz chegou a ser preso e denunciado pelo homicídio da menor, mas foi solto em fevereiro do ano passado e, desde então, aguarda o julgamento em liberdade.

“Não tem tristeza maior do que a perda de uma filha, ainda mais sem saber o que aconteceu de verdade com ela”, lamentou a mãe da menor, a auxiliar de serviços gerais Luciene Pereira da Silva Martins.

A adolescente foi vista pela última vez no dia 11 de dezembro de 2012, quando saiu de carro com o então namorado. Após mais de um ano de investigações, em fevereiro de 2014, Paulo Vitor foi preso pela polícia. Na época, o amigo do comerciante, Claudomiro Marinho Júnior, também foi detido suspeito de envolvimento na morte da menor.

No inquérito policial, concluído há quase três anos, a polícia ressaltou que, apesar do corpo não ter sido encontrado, não há dúvidas de que a adolescente foi morta. “Os dois [comerciante e o amigo] foram indiciados como autores dos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver”, lembrou o delegado Jean Carlos Arruda.

Apesar do indiciamento, Claudomiro foi solto algum tempo depois por falta de provas que o ligassem ao crime. Já Paulo Vitor, que foi denunciado por homicídio qualificado por motivo fútil, permaneceu preso até fevereiro de 2015, quando obteve a soltura. Desde então, ele aguarda pelo julgamento em liberdade.

De acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO), o processo continua tramitando na Justiça e está na fase de alegações finais, quando o advogado do réu se posiciona a respeito das acusações.

A defesa do comerciante afirmou que ele não matou Priscila Brenda e que isso será provado na ação judicial.

Corpo
Enquanto isso, os parentes da adolescente lamentam por não terem se despedido dela. “Tem que aparecer o corpo dela para a família fazer o sepultamento e acabar essa angústia, acabar com essa dor”, disse a tia de Priscila, Lucineide Pereira da Silva.

A mãe cobra uma punição e desfecho do caso. “Não tem nada mais triste do que saber que eles [comerciante e o amigo] mataram a minha filha e estão tranquilos, de boa, como se não tivesse acontecendo nada. Eu quero fazer justiça”, disse Luciene.

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